Fazia tempo que não tinha um gato. A ultima vez que tive um eu era pequeno e com pouca capacidade de analise, porem, agora, depois de grande vi uma grande fonte de observação e analise: Gatos.
Gatos nos ensinam sobre relacionamento, parece alucinação, ou loucura beleza, mas não é. Deixa o pensamento fluir comigo: eles são independentes, sedem espaço por simples enfado, são solitários e ao mesmo tempo auto-suficientes, ai vem o grande lance, as pessoas pensam em relacionamentos e sentimentos como ferramentas de posse. Criam laços fictícios e minam a outra pessoa. Outro dia eu estava no shopping em uma loja mandando arrumar meu relógio e entrou um casal, a garota fazia uma forte pressão sobre moleque para comprar uma aliança de compromisso, pois estavam namorando firme e ela tinha um suposto amor verdadeiro e cheio de palavras e juras eternas por ele (odeio juras eternas, servem apenas para te enclausurar). Porem, os gatos. O amor é como um gato: deve ser independente, amor espontâneo, vir sem planejamento entre olhares e gestos igual nos primeiros anos de vida com amorzinhos e paixonites de escola, enfado, não teria graça se fosse perfeito, precisamos sofrer um pouco, fortalece e faz pensarmos. Criar necessidades, vontade mutua de um enlace impreciso e não imposições, solitário apenas se não correspondido. Se apaixonar, amar ou qualquer sentimento proximo é bom. Sentir uma supernova na barriga, ficar tremendo quando se esta abraçado com a pessoa pelo simples fato de esta feliz.
Chega de amores plásticos, pieguismo e platonismo infeliz, vamos procurar felicidade verdadeira, vamos atrás da essência e como os gatos não esqueçam de enterrar a sua merda.

2 comentários:
O segredo é você transformar o acaso em razão. Sem pressão... tornar o que seria pesado, em um sentimento essencial com a leveza da alma.
amo =*
A espontaneidade é o mlehor tempero, a obrigação mata qualquer gato.
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