Capitulo 2: Infância.
Infância é igual a sofrimento.
Mesmo que você tente ser igual a todo mundo, você não é.
Você tenta se enturmar, é plástico, as outras crianças sentem isto.
Sempre rende surras ou tiração de sarro. As duas coisas doem.
Empinar pipa = um pé no saco, brincar de carrinho = tontice, brincar de boneca = tédio.
Colocar fogo nas coisas = interessante, brincar com seres que moram no jardim = muito legal.
Aniversario de criança é foda.
Criança comum adora correr e gritar, qual a graça?
Animador de festa adora torrar a paciência de gente triste.
Eles conseguem tirar o seu sorriso mais sem graça.
Só sossegam quando vêem que você não conseguem mais tirar do rosto aquele sorriso.
Sorriso sem sal, diz: ia adorar te encher de porrada e depois enfiar um salgado no seu cú.
Ai basta, para os animadores de festa.
Na infância começam a cobrar a sua luz.
Todos te perguntam o que você quer ser quando crescer.
Engraçado, quando você diz algo pouco convencional.
Repressão, tentam de convencer que não é bom, te massacram.
Cortam as suas asas, atiram um míssil no seu disco voador.
Frustração imaculada da infância bizarra.
Let’s GO.
Não temos o direito de parar.
A ordem é viver ou sobreviver.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário