O cavalo não precisa sorrir,
Só precisa ser forte.
A crina ao vento não é a sensação de liberdade,
É a beleza para satisfazer o dono.
Não carrega por gosto,
Carrega por obrigação.
Não levanta a cabeça por impeto,
Levanta pelo cabestro.
Não sente a terra se desfazer em seu casco,
Colocaram ferraduras para tirar isto dele.
Não tem crias para perpetuar,
Filhotes é lucro pro dono.
Pasta para sobreviver.
Corre e faz força para agradar,
E vive com o olhos com restos de lagrimas.
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