Aquele nó no peito,
Nó que só marinheiro sabe fazer,
Forte,
Mesmo tentando soltar só aperta.
Nó que aperta as palavras,
Aperta a razão,
Aperta a alegria e felicidade,
É nó que pesa,
Pesa toneladas e outras muitas toneladas,
Nó que força solitaria nenhuma pode desfazer.
Fica ali no meio do peito,
Atrapalhando as palavras,
Atrapalhando a vida.
Mas se você vir,
Eu deixo desatar o nó,
E completar o fazio que vai ficar sem ele.
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